Os internautas estão mais interessados em redes sociais do que em pornografia online, diz estudo do gerente da empresa de pesquisas online Hitwise, Bill Tancer, divulgado pelo jornal britânico Telegraph.
Tancer analisou os hábitos de pesquisa de mais de 10 milhões de internautas, concluindo que, há 10 anos, as buscas relacionadas a pornografia correspondiam a 20% de todas as pesquisas da web. Atualmente, respondem por apenas 10%.
O pesquisador concluiu também que os internautas com idade entre 18 e 24 anos estão realizando menos pesquisas em busca de sites pornôs. A teoria de Tancer é que os jovens estão passando tanto tempo em redes sociais que não há espaço para espiar sites adultos.
No livro “Click: What Millions of People are Doing Online and Why it Matters”, Tancer classificou as buscas por redes sociais como ‘quentes’, e observa ainda que sites de celebridades estão sendo mais clicados do que a soma dos acessos a páginas de religião, políticas, caridade e dietas.
Na segunda-feira (15/09), o criador da web, Tim Berners-Lee, anunciou a fundação World Wide Web Foundation para estudar o futuro da internet.
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