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A ligação completa do anel deve ocorrer nas próximas semanas, quando pelo lado do Pacífico também haverá a interligação das Américas do Sul, Central e do Norte.
Segundo a empresa, o trecho de banda larga do Emergia pelo Atlântico ficou pronto em tempo recorde, com a utilização de todos os recursos disponíveis para a viabilização do anel nos últimos meses.
O empreendimento terá 25 mil quilômetros de extensão e conta com investimento total de US$ 1,6 bilhão. “A infra-estrutura é composta por equipamentos e cabos ópticos homogêneos em todos os trechos, com supervisão e gerência integrados, o que garante a integridade da construção e operação da rede”, afirma Mitsuo Shibata, diretor geral da Emergia Brasil.
Inaugurado em 1999, o projeto Emergia já instalou estações terrestres e lançou ao mar 23 mil quilômetros de fibra óptica e outros dois mil quilômetros em terra. No Brasil, as estações estão no Rio de Janeiro, em Santos (SP), Salvador e Fortaleza. As outras estão localizadas em Las Toninas e Buenos Aires, na Argentina; Valparaíso, Arica e Santiago, no Chile; Lurin, no Peru; Buenaventura, Colômbia; Porto San Jose e Porto Barrios, na Guatemala; na Flórida, Estados Unidos; e em San Juan, Porto Rico.
Com capacidade de transmissão de dados a 40 Gbps, podendo chegar a 1.92 Tbps, o Emergia é voltado ao atendimento de grandes corporações e provedores de Internet que necessitem banda larga para oferecer qualidade e rapidez a seus clientes.
“As operadoras de telefonia fixa e celular estão investindo em redes de comunicação IP para oferecer banda larga, assim como as empresas de TV a cabo. Esta infra-estrutura precisa ser interligada com o exterior, o que será proporcionado pelo Emergia”, explica Mitsuo Shibata,ao citar como uma das vantagens o barateamento de custos.
Redação
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Pamela Sousa
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