Nunca foi tão urgente pensar sobre o Dia Internacional da Internet Segura. Não exatamente para festejar, mas para encarar o fato de que a segurança de dados ainda é frágil — seja para pessoas físicas ou jurídicas.
O recente vazamento de dados de 223 milhões de brasileiros acendeu uma luz amarela para essa questão, agravada com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que prevê multas pesadas para empresas cujas práticas não estão de acordo com as regras.
Desde o início da pandemia, o uso da internet aumentou muito. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), esse aumento foi entre 40% e 50% e a alta foi ainda maior para servidores internacionais. Na prática, significa que os dados das empresas e das pessoas não só passaram a circular mais, como ficaram mais expostos a golpes e vazamento.
Para o advogado Márcio Melo Chaves, especialista em compliance e LGPD, sócio responsável pela área de direito digital do escritório Almeida Advogados, um acontecimento como o megavazamento de dados pode trazer vários prejuízos para as empresas.
A matéria completa no IT Forum.
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