Por ser a primeira iniciativa, o órgão espera obter uma economia maior nos próximos leilões. Segundo o presidente da Prodemge, Antonio Carlos Passos de Carvalho, o Estado pode ter uma redução de até 25% nas aquisições realizadas por meio de leilão reverso que podem atingir um valor de R$ 600 milhões/ano, de um total de gastos de R$ 2,2 bilhões que o Estado tem anualmente com a compra de material de consumo.
“Além de favorecer a maior concorrência, a nova modalidade permite economia também pela agilidade do processo. O prazo para concretizar as compras é de aproximadamente 20 dias, enquanto o modelo convencional de licitação leva até seis meses para ser finalizado. Ou seja, é quase dez vezes menor”, ressalta Carvalho.
Por enquanto, o órgão é o primeiro da administração a adotar o sistema que no Estado de Minas Gerais. O pregão eletrônico – que recebeu investimentos de R$ 100 mil – foi inaugurado na segunda quinzena de maio e o próximo está previsto para acontecer na próxima semana. Dentre os produtos que podem ser adquiridos através do leilão reverso, a partir de editais, estão desde clips e móveis até veículos.
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