Conheça como a Rethink vem ajudando empresas a reduzirem os riscos associados ao investimento em tecnologias emergentes
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Em um mercado cada vez mais dinâmico e competitivo, a euforia pela adoção de tecnologias emergentes foi substituída pela necessidade de estratégias claras e voltadas para resultados mensuráveis. As empresas devem agora priorizar a aplicação prática dessas inovações, conectando-as à estratégia corporativa e integrando-as de forma eficaz às operações para aumentar a eficiência e aprimorar as tomadas de decisão..
Nesta jornada, que exige profissionais altamente qualificados e com histórico de boas entregas, garantir uma inovação sustentável que reduza riscos e maximize oportunidades, vem sendo o grande desafio. Por isso, decidimos compartilhar algumas abordagens que fazem parte da rotina de atuação da Rethink para reduzir os riscos de investimento em tecnologias emergentes, como: a integração e padronização de sistemas, otimização da governança de dados e validação por meio de testes de produtos.
Uma operação escalável e eficiente começa com uma arquitetura de sistemas bem planejada. Com uma estrutura integrada, diferentes áreas da empresa se comunicam de forma eficaz, o que reduz custos e otimiza recursos.
Segundo um estudo da Bain & Company, 76% dos investimentos em TI das empresas brasileiras são dedicados à manutenção dos sistemas atuais. Por isso, na Rethink, apoiamos continuamente as empresas na avaliação de suas arquiteturas, garantindo que estejam alinhadas com seus objetivos de negócios, preparadas para o crescimento e prontas para se adaptarem às novas demandas do mercado.
Entendemos que tecnologias emergentes, como a IA generativa, surgem como resposta para lidar com o mundo de dados que a humanidade gerou, principalmente na última década. Em paralelo, como consumidores, saímos de um cenário onde aceitávamos não saber para onde nossos dados iam, para um momento em que esperamos e exigimos transparência das empresas sobre o uso de nossas informações.
Quando bem geridos, os dados tornam-se um ativo estratégico para orientar decisões competitivas. Uma governança de dados preparada para tecnologias emergentes deve incluir: confiança entre quem cede e usa os dados; um modelo claro de prestação de contas; valorização da ética e transparência; um plano de gestão de riscos e segurança da informação; letramento da equipe; investimento em mudança cultural e, acima de tudo, alinhamento aos objetivos de negócio.
A combinação de uma governança sólida com análise avançada de dados capacita as lideranças a identificar oportunidades, otimizar operações e aumentar a eficiência. Em poucas palavras: se não há uma boa organização, disponibilização e integração de dados, o investimento em tecnologias emergentes pode ser inviável e pouco escalável.
Todo investimento precisa ser acompanhado de testes rigorosos para validar ideias antes de seu lançamento em grande escala. Nesse processo, provas de conceito e MVPs são ferramentas essenciais para mitigar riscos e acelerar o desenvolvimento de produtos.
Seja validando a viabilidade técnica de uma ideia ou sua aceitação no mercado, esses testes permitem ajustes rápidos e precisos. Eles garantem que o desenvolvimento esteja alinhado com as expectativas de todas as partes envolvidas, evitando surpresas no caminho. Fora que quanto mais natural esse processo, maior a capacidade das empresas de inovar e alocar capital de forma eficiente, focando em iniciativas com real potencial de resultados.
Em resumo, acreditamos que mais do que nunca, os times de tecnologia precisam estar totalmente alinhados com os objetivos de negócios para protagonizar esse novo momento de mercado.
Se a sua empresa está pronta para transformar tecnologias emergentes em vantagem competitiva, estamos aqui para guiar essa jornada. Entre em contato e vamos construir juntos soluções que tornem sua visão realidade.