Os últimos dias têm sido agitados para a Portugal Telecom (PT). No começo da semana, a operadora recebeu uma oferta de 5,7 bilhões euros pelos 50% que tem de participação na Vivo; depois, foi a vez do Standard & Poor”s (S&P) tê-la colocado sob observação, alegando que a redução de sua dívida não está sendo feita no ritmo previsto.
A oferta feita pela espanhola foi negada de imediato. Agora, a PT rebate a agência de rating afirmando solidez da sua situação financeira e capacidade de redução da dívida.
De acordo com informações da Reuters, em março de 2010, a dívida da operadora ascendia a 5,6 bilhões de euros, impulsionada pelo investimento em redes de fibra em Portugal e em 3G e 3,5G em Portugal e no Brasil.
O Chief Financial Officer (CFO) da PT, Luís Pacheco de Melo, declarou à agência de notícias que a companhia mantém o desígnio de crescer em Portugal, Brasil e África. Uma das metas para 2011 é atingir dois terços das receitas fora do país europeu, internacionalizando as fontes de receitas para reduzir o risco financeiro.
*Com informações de agências internacionais.
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