Como resultado desta situação, o Reino Unido está ficando atrás de outros países no uso do e-commerce no setor de varejo, apesar da meta do governo em tornar o país como “o melhor lugar do mundo para se comercializar eletronicamente”.
O estudo sobre o impacto do e-commerce no varejo, conduzido pela PricewaterhouseCoopers, mostra que 23% dos varejistas não fazem uso do comércio eletrônico, definido como “a troca de informação através de redes eletrônicas, em qualquer estágio na cadeia de suprimento, seja dentro de uma organização, entre empresas, entre empresas e clientes, ou entre os setores público e privado, seja pago ou não”.
Segundo a pesquisa, cerca de 56% dos menores varejistas, como lojas de esquina, ainda não entraram no comércio eletrônico. Além disso, esta crescente divisão digital significa que muitos dos comerciantes britânicos de menor porte estão deixando de se beneficiar das vantagens de sistemas como pagamento on-line e marketplaces B2B. No total, cerca de três quartos dos varejistas do Reino Unido já estão fazendo algum uso de métodos de comércio eletrônico em seus negócios. Aproximadamente 71% utilizam e-mail externo, e 53% já têm um Web site.
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