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PCs corporativos x PCs de varejo: quais são os diferenciais de um notebook feito para o trabalho?

Com a crescente popularidade de dispositivos móveis e seu uso até mesmo para tarefas de trabalho, muitos se perguntam qual é o papel dos PCs em um cenário corporativo cada vez mais veloz e dinâmico. A resposta para isso é simples: os computadores ainda são a principal ferramenta para atividades que exigem produtividade, precisão e eficiência. Sua capacidade de desempenho e produção não foi substituída, mas apenas complementada.

Ao passo dessa realidade, a indústria investe para trazer a esse mercado singular a mais alta tecnologia, antecipando tendências e incorporando o que há de mais avançado, enquanto também mostra que é capaz de atender uma ampla gama de profissionais com diferentes demandas. Mas afinal, o que diferencia um PC feito para trabalhar de um usado em casa, para o lazer ou atividades cotidianas, além de pontos evidentes como o valor final?

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• Testes de resistência: notebooks corporativos costumam acompanhar seus usuários em reuniões e viagens e são transportados ou mantidos em ambientes pouco ideais, como em um abafado porta-malas de carro ou um congelante bagageiro de avião. Por isso, as melhores máquinas do mercado passam por testes de resiliência que garantem sua durabilidade mesmo em situações adversas com grandes variações de temperatura, acúmulo de poeira e movimento constante – fundamental para quem trabalha em fábricas ao lado de maquinário pesado, por exemplo.

• Inovação: a constante necessidade de inovação que permeia todo o mercado de TI é ainda mais urgente entre as empresas. Uma máquina ultrapassada pode afetar negativamente operações e causar prejuízos incalculáveis no curto, médio e longo prazo. Reconhecendo isso, os líderes do setor incorporaram as mais recentes soluções em seus lançamentos. Hoje relativamente comuns em aparelhos no varejo, os leitores biométricos já fazem parte da linha corporativa de PCs há alguns anos, a fim de complementar outro ponto fundamental: a segurança.

• Segurança: um dos pontos mais relevantes na construção de um PC feito para o trabalho é o valor da segurança de suas informações. Acidentes dessa natureza custam milhões de dólares anualmente às empresas em todo o mundo e o mercado está constantemente em atualização para evitar novas invasões e eventuais brechas. As gerações mais recentes de notebooks trazem camadas robustas e avançadas de proteção de dados com tantas possibilidades que o gestor de TI pode até mesmo decidir o que ele prefere implementar e onde vale a pena investir, como é visto no gerenciamento à distância.

• Estação de trabalho x Equipamento: no ambiente de trabalho a ergonomia e a produtividade são pontos fundamentais, de constante preocupação dos gestores das empresas. Notebooks corporativos possuem soluções docking station que permitem a conexão com monitores externos e ampliam a quantidade de portas USBs disponíveis, tornando o uso na estação de trabalho similar ao de um desktop e aumentando significativamente a produtividade do usuário.

• Contratação de serviços: entre as inúmeras características que separam a experiência de uso em um PC corporativo e um PC doméstico, a possibilidade de adotar serviços é um importante destaque. A contratação de serviços de manutenção, implementação ou monitoramento impacta completamente a experiência no pós-venda. É o caso de cobertura contra dano acidental, por exemplo, que pode ser encontrada entre os notebooks corporativos.
No primeiro olhar, não são grandes as diferenças entre notebooks corporativos e de varejo: ambos seguem evoluindo para serem cada vez mais finos e leves, e a mobilidade é uma realidade consolidada para qualquer usuário. Porém, basta analisarmos com um pouco mais de cuidado para entender que os detalhes, especialmente no mercado de TI, fazem toda a diferença para garantir o melhor desempenho, a máxima segurança e a resistência exigida pelas empresas.

*Leandro Lofrano é gerente sênior de produtos corporativos da Lenovo

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Redação
Tags: artigoLenovo
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