O ex-ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, defendeu a abordagem de “tema relevante” da espionagem internacional que ameaça a soberania de alguns países na agenda da Organização das Nações Unidas (ONU). O diplomata está sendo sabatinado na Comissão de Relações Exteriores do Senado, que avalia a indicação de seu nome para ocupar o cargo de representante permanente do Brasil na ONU, indicado pela presidente Dilma Rousseff.
“Novamente temos a tríade de preservar as conquistas duramente alcançadas [no cenário internacional], como a proteção dos direitos humanos e dispositivos sobre pactos de direitos civis, apontar assimetrias e denunciar abusos, mas também mostrar caminhos”, disse. Ele deve dedicar parte de sua atuação na ONU a discussões polêmicas de difícil consenso – como o agravamento da stuação na Síria desde a suspeita de uso de armas químicas.
Patriota também elogiou o discurso da presidenta Dilma Rousseff na abertura do encontro internacional da organização e disse que Dilma apontou uma das saídas para o problema. “Todos os órgãos [da ONU] vão ser mobilizados para tratar o assunto de maneira multisetorial. A via cibernética não pode ser usada para efeitos que afetem a soberania”, alertou.
Com informações da Agência Brasil
por Eduardo Barros A transformação da inteligência artificial (IA) nos negócios lembra o que aconteceu…
A Snowflake anunciou os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2027, encerrado…
A Comissão Europeia determinou que a Meta reestabeleça o acesso de assistentes de inteligência artificial…
As negociações com as ações da SpaceX têm início nesta quinta-feira, 12, em uma oferta…
A ascensão dos agentes de inteligência artificial (IA) está criando uma oportunidade para plataformas de…
Continuam abertas as inscrições para o prêmio Executivo de TI do Ano 2026. A iniciativa,…