Para a transformação digital, é preciso não ter medo de errar

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Cavallo

O desenvolvimento do mercado digital, por meio das transações comerciais on-line já é a principal fonte de receita da maioria dos segmentos da economia. Na quarta revolução industrial por que passa a sociedade atual, tem havido uma profunda convergência dos sistemas físicos convencionais com os virtuais, como consequência disso, tem havido uma forte ruptura entre consumo e demanda. Marco Antonio Cavallo, head de Growth Management LATAM Workplace by Facebook, destacou na sua apresentação no IT Forum Expo a ascensão do mercado digital, com o tema: “O mapa estratégico da transformação digital”.

A mudança de comportamento do consumidor proporcionada pelas ferramentas digitais do e-commerce e por soluções e modos de interação nas plataformas virtuais alterou drasticamente o mercado de consumo e até as estruturas das organizações. “Quem compra um jornal inteiro para ler apenas a notícia que interessa ou adquire um CD de música completo só porque nele tem uma canção favorita?”, provocou Cavallo.

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Hiperescala

A possibilidade de o consumidor comprar o que quiser, em qualquer lugar, da maneira que quiser e em qualquer hora obriga as organizações a se adaptarem e realizar seu processo de transformação digital. De acordo com o head do Facebook, essa adaptação, que de acordo com pesquisas é a principal preocupação dos CEOs de quase todas as empresas, não envolve apenas a implementação de ferramentas ou de plataforma, mas sobretudo requer o envolvimento das pessoas. “Para se chegar à transformação digital é preciso mudar a cultura interna em direção à cultura digital, é estimular os funcionários para a inovação sem medo de que eles possam errar e eventualmente causar prejuízos”, destacou.

Na opinião de Cavallo, o importante é iniciar o processo de transformação digital nas organizações, sem ficar obcecado pelo objetivo a ser atingido, uma vez que se trata de um caminho com muitos desafios e inevitavelmente de vários tropeços. Nesse trajeto, em que as mudanças não param de acontecer e as inovações são cada vez mais necessárias, o que conta realmente é a habilidade de correções rápidas por parte dos gestores e dos funcionários à medida que o processo se desenvolve.

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