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O valor corporativo do social: lições da Random House

Na semana passada, publicamos um excerto do livro de Jacob Morgan, The Collaborative Organization, sobre os desafios organizacionais de colaboração social. No final de cada capítulo, Morgan inclui uma avaliação sobre os praticantes de negócios sociais com quem ele conversou durante as pesquisas para seu livro. Essas avaliações são escritas por Chris Hart, VP de TI da Editora Random House.

O valor das ferramentas da Enterprise 2.0 parecem claras do ponto de vista técnico ou de análise de negócios. As ferramentas oferecem mais dados em tempo real, melhor colaboração em equipe, consciência do ambiente das unidades independentes da empresa, e soluções simples para todos aqueles pedidos de blogs e wikis departamentais internos. Mas a falta de ROI claro e os olhares lançados pelos gerentes quando se sugere a adição de ?ferramentas sociais? à empresa podem ser intimidantes. As ferramentas sociais no trabalho também enfrentam certa resistência dos funcionários: ?Por que eu preciso do Facebook na empresa?? ou ?Já não temos meios de comunicação suficientes: email, telefone fixo e celular etc??

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Então, o que um conjunto de ferramentas E2.0 oferece à uma empresa e quem deve levar o esforço em frente? Quem lida com inovação em sua empresa? É claro, a TI tem interesse em todas as novas tendências, e acaba usando logo as ferramentas sociais. A boa notícia é que as ferramentas são simples de instalar e mover algumas comunicações existentes para microblogs e Twitter faz sentido técnico, além de modelar o comportamento que os usuários corporativos precisam demonstrar. Além da TI, a maioria das áreas de negócio também pode ver vantagens imediatas em redes sociais internas.

Uma abordagem de cima para baixo é rara, na minha experiência, porque as ferramentas E2.0 podem ser recebidas com desdém por funcionários resistentes. A mensagem que a gestão sênior ?quer que usemos o Twitter? pode não ser tão clara para gerar ação. É melhor criar uma estratégia focada em comunicação e colaboração e depois pedir que as equipes coordenem essas soluções.

Envolver gestão sênior na implantação e pedir que eles postem e definam o tom da conversa é ótimo, mas esperar que as pessoas trabalhem socialmente por obrigação é pouco realista.

Recursos Humanos pode postar, imediatamente, ofertas de trabalho, mudanças de política, iniciativas verdes e mais, criando, de forma fácil, uma newsletter de RH. O RH é um grande facilitador porque quer expandir comunicações. Uma ferramenta de redes sociais pode ser uma solução eficiente para RH, com muitas opções de comunicação multifuncionais; do contrário, RH depende de e-mail e intranets e não recebe feedback direto, sem poder julgar os impactos. Além disso, facilitar a busca em suas ferramentas acrescenta uma forma poderosa de manter os funcionários informados.

De repente, a área de vendas pode colaborar e compartilhar detalhes de contatos. Acaba como o e-mail, em que a TI roda o software e diferentes áreas do negócio podem usar da maneira que acharem melhor. Se o e-mail é o correio tradicional acelerado, a colaboração social é o e-mail acelerado e expandido.

Equipes de projetos são, geralmente, dirigidas por adotantes de tecnologia e evangelistas; eles buscam ferramentas para colaboração e relatórios de projetos. Pontos principais e tarefas de projeto são cruciais para rastreamento, mas difíceis de comunicar. Em vez de oferecer e-mail, planilhas Excel ou soluções como Basecamp ou Salesforce, um site social interno pode concretizar diversos objetivos em um único software. Documentação, status, alertas, notificações e mudanças de gerenciamento em projetos se encaixam perfeitamente em mídias sociais.

Como as ferramentas E2.0 na empresa podem levar a evolução do negócio para ?negócio social?, elas podem afetar todas as áreas. Mídias sociais podem ser virais com mais conexões e engajamento em todas as áreas do negócio.

Adaptado e traduzido do Capítulo 5 de The Collaborative Organization, de Jacob Morgan, Copyright 2012, McGraw-Hill Professional

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Published by
Redação
14 years ago

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