Novas regras do Pix entram em vigor nesta segunda-feira (02)

Com versão 2.0 do mecanismo de devolução do sistema, Banco Central espera reduzir o número de fraudes utilizando a plataforma

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Uma mão segura um smartphone com a tela branca exibindo o logotipo do Pix, sistema de pagamentos do Banco Central do Brasil. O logotipo consiste em um ícone verde ao lado da palavra "Pix" escrita em letras cinza e verdes. Ao fundo, há uma tela com códigos de programação destacados em cores como azul, amarelo e branco, sugerindo um ambiente digital ou de segurança cibernética. A imagem transmite a ideia de tecnologia, segurança e transações financeiras digitais.
Imagem: Shutterstock

A partir desta segunda-feira (02), entram em vigor as novas regras de segurança para o Pix do Banco Central (BC). A versão 2.0 do chamado mecanismo de devolução do Pix será obrigatória para todos os bancos e promete viabilizar a restituição em casos de fraude e de falha operacional.

Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, como os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio, a nova fase do Pix rastreará com mais precisão o caminho do dinheiro e permitirá que valores desviados sejam recuperados mesmo após deixarem a conta original do golpista.

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De acordo com o BC, a medida aumentará a identificação de contas usadas em fraudes e a devolução de valores, ajudando a desestimular esse tipo de crime. A expectativa é de que o compartilhamento dessas informações ajudem a impedir que essas contas sejam usadas em novas fraudes.

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre julho de 2024 e junho de 2025, cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes financeiros envolvendo Pix, resultando em um prejuízo estimado em quase R$ 29 bilhões. “Essa identificação vai ser compartilhada com os participantes envolvidos nas transações e permitirá a devolução de recursos em até 11 dias após a contestação”, afirmou o Banco Central ao anunciar as alterações, no ano passado.

*com informações do g1

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Sobre o Autor

Bella Winckler Matrone é repórter do IT Forum. Formada em jornalismo pela PUC-Campinas, desde 2018 se dedica a pautas ligadas à temas ESG, com forte ênfase ambiental. Possui passagens pela TV Record e assessorias de imprensa de instituições como a CUFA (Central Única das Favelas) e a Garena, com o jogo Free Fire. Atua no IT Forum, cobrindo tecnologia e inovação, desde 2024.

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