Democratizar o mercado de investimentos para o maior número de brasileiros por intermédio da compra e venda de bitcoins, de forma responsável e segura. Essa é a proposta da Obit, nova empresa brasileira de compra, venda e transferência de bitcoins 100% mobile, recém-lançada no ecossistema cripto do Brasil.
Com investimentos de R$ 2 milhões, e projeção de aportes que totalizarão R$ 15 milhões até dezembro deste ano, a companhia espera chegar ao final de 2018 com uma carteira de 50 mil clientes e uma receita de R$ 6 milhões. A Obit reúne em seu conselho consultivo nomes do mercado financeiro e da nova economia, como Lísias Lauretti (ex-CIO do JP Morgan), Ray Nasser, além da chancela do escritório de advocacia Pinheiro Neto, um dos mais prestigiados do Brasil.
O Obit possibilita investimentos a partir de R$ 30. Além disso, para incentivar novos investidores, até final de junho não serão cobrará taxas para compra e venda, nem para depósitos no aplicativo. “A inclusão financeira é uma importante alavanca para criação de valor para a sociedade brasileira. Sendo fiéis e coerentes com os nossos valores, seremos uma relevante porta de acesso para os brasileiros aos ativos digitais. Qualquer um que possua um smartphone poderá usar o aplicativo para comprar e vender bitcoins”, defende o empresário Yosi Bekker, CEO da companhia.
Na visão de Bekker, não se pode impedir a inovação e o avanço da tecnologia e sua utilização enquanto se aguarda uma regulamentação específica. Para ele, o Brasil tem uma oportunidade única de aproveitar seu potencial e tornar-se uma das maiores comunidades de blockchain e criptomoedas da região, ocupando uma posição relevante no mercado global.
Diante desse cenário, a plataforma desenvolveu uma autorregulamentação que envolve diversos aspectos, entre eles o monitoramento das operações e a necessidade de comprovação de renda em casos de investimentos acima de R$ 10 mil, além de outras medidas para evitar fraudes e lavagem de dinheiro.
Para conferir mais segurança para o investidor, a empresa utiliza reconhecimento facial e outros recursos tecnológicos, além de contar com a assessoria jurídica do escritório de advocacia Pinheiro Neto, o que garante à Obit e aos seus clientes a legalidade total da operação.
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