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O analista comenta ainda, que realmente existe um timer no código do vírus, mas que ele ainda não conseguiu quebrar para poder analisar e verificar exatamente quando ele pode se reativar. “O rigor para quebrar o código irá depender de quantos profissinais e computadores estiverem envolvidos para realizar a limpeza e vacinação nos sistemas infectados pelo primeiro ataque do Nimda”, completa Thompson.
A reativação do Nimda irá agir da mesma forma que da primeira vez. O vírus, também conhecido como “readme.exe”, se espalha enviando mensagens eletrônicas com o vírus atachado, e se copiando na mesma rede e comprometendo os servidores que estiverem usando o programa Microsoft Internet Information Server (IIS). Páginas de Web mantidas no mesmo servidor também podem espalhar o vírus para quem acessá-las. Ele pode se espalhar em PCs e servidores que estiverem rodando os sistemas operacionais Microsoft 95, 98, Me e 2000.
Redação
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Pamela Sousa
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