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Segundo Necho, as necessidades são regionalizadas. Enquanto no Brasil essa tecnologia é útil para roubo de carros e cargas, na Ásia o foco é a prevenção de acidentes e o mercado americano vê uma boa oportunidade de reduzir custos, otimizando o processo de logística. “Aqui, os serviços são hoje apenas disponibilizados para empresas, devido a imaturidade do mercado de telecomunicação”, explica.
O executivo acredita que essas tecnologias ainda estão incipientes em todo o mundo, mas que possuem um grande potencial. No Brasil existem cerca de 50 mil usuários. As vantagens do monitoramento dos veículos vão desde um suporte para localização de serviços como restaurantes e postos de gasolina, até uma estação de suporte dentro de casa que permite aos pais receber informações sobre os seus filhos no volante.
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Pamela Sousa
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