Sem querer, as organizações podem ter criado uma cultura em que os funcionários tem receio em relatar possíveis problemas de segurança. Cerca de 48% dos funcionários de fora das áreas de tecnologia relutam em falar sobre ameaças por medo de recriminações, o que coloca as empresas em risco.
Entre funcionários técnicos esse número cai para 37% – número mais baixo, mas sem dúvida ainda alto. É o que revela uma relatório patrocinado pela japonesa Fujitsu e revelado essa semana.
Foram entrevistados 331 executivos seniores em organizações de 14 países nas indústrias de serviços financeiros, varejo, manufatura e automotivo, energia e utilidades, e governo. A pesquisa foi realizada no fim de 2020.
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Segundo a empresa, o estudo sugere que os colaboradores estão se sentindo mais isolados e menos capazes de pedir conselhos a colegas de trabalho sobre questões simples de segurança, tais como e-mails suspeitos e senhas. Mais da metade (54%) dos ouvidos não consegue garantir que as políticas de segurança da empresa geraram mudanças significativas.
“Precisamos de uma abordagem integrada para implementar a mudança no local de trabalho – abrangendo ferramentas de produtividade bem como de segurança aderentes às mudanças culturais”, diz Nilton Hayashi da Cruz, diretor de serviços digitais da Fujitsu do Brasil.
O estudo (em inglês) pode ser baixado nesse site.
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