Segundo a pesquisa, no início deste ano, a maioria das companhias americanas e européias cortou 30% do orçamento de tecnologia destinado à segurança, para se aproximar do total mais provável a ser investido no setor em 2003.
Entretanto, Steve Hunt, analista do Giga, explica que elas estão com uma política de economia menos drástica sob o ponto de vista estratégico e administrativo. Assim, cortes em curto prazo não poderão ultrapassar a marca dos 5%. Para uma redução de custos entre 10% e 15%, Hunt acredita que seria necessário terceirizar tarefas táticas, como o gerenciamento remoto de firewalls.
Ainda de acordo com o estudo, antes dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, apenas 30% entre todas as empresas dos Estados Unidos e da Europa tinham capacitado uma pessoa para mapear as medidas de segurança, com o objetivo de identificar potenciais riscos para os negócios.Elas não tinha a menor idéia de quais eram as necessidades das unidades de negócios e o porquê. Mas prevemos que em 2003 mais de 90% de todas as organizações nomearão um responsável ou departamento especial para desenvolver essas atividades”, diz.
O Giga Group estima que, apesar do orçamento de TI destinado à segurança deva permanecer no mesmo patamar do total investido em 2002, entre 2% a 20% do total investido em TI, muitas companhias como as do setor financeiro, energia, telecomunicação e saúde podem aumentar seus investimentos este ano.
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