De acordo com Zarsarky, os negócios corporativos via WAP trazem vantagens como um número menor de usuários, implicando menos consumo de conteúdo e banda, além de facilitar a utilização.
O executivo prevê, ainda, que metade dos projetos B2B WAP sejam dos setores de construção e finanças. Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, ele acredita que o B2B vai movimentar cerca de US$ 5 milhões até 2003.
O presidente da EC Gate acredita que as chances do segmento business-to-consumer serão maiores a partir da entrada do GPRS (General Packet Radio Service), tecnologia que transmite dados por pacotes, no país. Na Europa, a expectativa é de que o novo modelo seja adotado em 2001 nas operadoras de GSM, mas ainda não há previsões para o mercado brasileiro.
A EC Gate é parceria de desenvolvimento da Ericsson.
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