Lista: conheça as oito piores práticas em testes de software

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Lista: conheça as oito piores práticas em testes de software

Se existem melhores práticas em testes de software, certamente há piores práticas. Esse é o pensamento do especialista em Qualidade da IBM e Rational, Felipe Freire. Ele baseia-se em experiências próprias e cases de mercado para construir uma lista de como não ter sucesso  nessa fase tão importante para a tecnologia que vem depois do desenvolvimento e antes da entrega do produto.

Para Freire, os erros cometidos são uma mistura de empolgação e ingenuidade. Exageros na documentação, por exemplo, pode cercear a criatividade ou aumentar o tempo gasto com retrabalhos. “Algumas empresas querem fazer mais  do que o necessário ou acham que algo tão específico pode ser executado por qualquer um e de qualquer forma”, diz. Confira as oito piores práticas.

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  1. Deixar os testes para o final do projeto
  2.  

  3. Ter apenas dois ciclos de testes
  4.  

  5. Pensar que qualquer um pode executar testes
  6.  

  7. Querer detalhar e documentar todas as etapas de testes
  8.  

  9. Querer 100% de automação
  10.  

  11. Executar o maior número de testes possíveis
  12.  

  13. Corrigir todo e qualquer defeito que aparece
  14.  

  15. Ignorar configurações para testes

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