2015 Como viveremos, livro do jornalista Ethevaldo Siqueira, ultrapassou os 20 mil exemplares vendidos em seis meses e está passando por uma atualização.Estou incluindo dados como o surgimento e a popularização do Skype, bem como o aumento vertiginoso do uso de telefones celulares, inclusive no Brasil, justifica o autor.
Siqueira participou do painel ?No centro da roda, durante o IT Business Fórum, realizado na Ilha de Comandatuba (BA). Ele respondeu às perguntas de Álvaro Azevedo, do HSBC, Flavio Jansen, do Submarino, José German, do Hospital Albert Einstein, e Marcos de Marchi, da Rhodia, além de questões da equipe da IT Mídia e perguntas enviadas pela platéia.
A seguir, os principais tópicos abordados e as respostas de Ethevaldo com base no que ele ouviu de pessoas que entrevistou para o livro, como Alvin Toffler, Don Tapscotte Michio Kaku.
– O futuro do emprego com as novas tecnologiasA tecnologia mata empregos, mas também cria novas oportunidades. O mais imporntante é se pensar em novas maneiras de trabalho.
– O ?efeito casulo? (tendência das pessoas se ficarem cada vez mais em casa, se comunicarem pela internet e utilizarem mais equipamentos domésticos de entretenimento)O comportamento não depende da tecnologia e o tempo livre deve ser uma decisão pessoal.
– Processos menos invasivos na medicina com a utilização das tecnologiasPode parecer coisa de filme de ficção científica, mas teremos robôs de dimensões nanoscópicas que poderemos injetar aos bilhões para, por exemplo, destruir células cancerosas e combater doenças como o diabetes e a hipertensão.
– Dependência que a humanidade criou dos recursos naturais não-renováveis como fonte de energiaCriamos soluções fantásticas, como o álcool, o hidrogênio e o biodiesel, sem falar na energia solar e na energia eólica. Só no cerrado, o Brasil terá capacidade de produzir dez vezes o volume de álcool que será necessário daqui a dez anos.
– Espaço que o Brasil pode ocupar no cenário internacional de tecnologiaO Brasil é uma planície de mediocridade com picos de excelência, como é o caso do software. O País tem que se preocupar em desenvolver esse mercado, porque é onde está seu potencial.
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