Esse laboratório, que terá a estrutura física do próprio IPT com as tecnologias da Hauri, está programado para atuar em três grandes áreas.A primeira será na parte de identificação de arquivos suspeitos, vírus novos criados pelos hackers. Para isso o laboratório estará aberto para receber arquivos tanto pessoais como de empresas.
A segunda etapa será estudar as tendências usadas pelos hackers para tentar assim um trabalho mais efetivo na prevenção. E a terceira e última etapa será relacionado ao cyber crime, e com isso atuar junto com o governo e com as empresas na computação forense.
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