Inédito: DFI versus ABIT – Overclock geral!

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Inédito: DFI versus ABIT – Overclock geral!

Conclusão

Esse artigo nos fornece várias conclusões diferentes sobre plataformas para overclock, mas antes disso vamos falar sobre as placas mãe.

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DFI NF2 Ultra Infinity:Uma ótima placa, talvez a melhor da sua categoria já que a popular NF7-S da ABIT não é mais fabricada. Infelizmente chegou tarde, com o Sempron 3100+ disponível na plataforma 754 fica muito difícil justificar o investimento em uma configuração topo de linha para AthlonXP/Sempron no soquete A.

DFI NF3 250GB:Um delírio para overclockers. Não há no mercado uma placa com tantos ajustes e tantas opções quanto essa, aliado a todos os recursos e acessórios que a DFI disponibilizou com o produto. Estável, rápida em todos os sentidos, desde o boot até o tempo de abrir janelas no Windows, e confiável mesmo com FSB (HTT) em níveis muito altos. Se a opção for um processador para soquete 754, é essa placa que nós recomendamos para um overclocker.

ABIT AV8:O VIA K8T800Pro é um bom chipset, mas para overclock o nForce3 250GB é mais flexível, além de ter mais recursos. A ABIT fez um bom trabalho com essa placa, muito estável e com ótima performance, mas o preço é alto pelos recursos oferecidos. A ABIT ainda não oferece uma placa para soquete 939 baseado no nForce.

ABIT IC7-MAX3:É tida por muitos como a melhor placa para soquete 478, mas seu preço é alto demais para um formato que tende a sumir em pouco tempo. Há soluções mais interessantes e muito mais baratas como a AI7 da própria ABIT ou qualquer outra 865PE de bons fabricantes. Não há segredo em habilitar o PAT nessas 865PE embora em tese em valores muito altos de FSB o chipset i875 tende a fazer diferença.

Quanto aos processadores, podemos fazer os seguintes comentários:

AthlonXP 2500+“Barton” móbile: é sem dúvida o melhor processador para overclock dessa plataforma, mas os números não mentem: está ultrapassado.

Athlon64 3200+soquete 754: é importante pesquisar alguns detalhes. Há modelos “NewCastle” (512K de cache) e “ClawHammer” (1MB de cache mas clock menor), e há dois steps conhecidos, o C0 e o CG. O melhor dos mundos é encontrar um CG com 1MB de cache, provavelmente ele será um modelo 3700+ remarcado. O mais comum são os CG com 512K de cache, como o que testamos. Dependendo de quanto agüentar a placa mãe e as memórias em overclock, pode-se optar pelos modelos 3000+ ou 2800+, mais baratos, e atingir os mesmos 2500 MHz. Já vimos que não faz muito sentido usar o barramento de memória assíncrono, portanto se sua memória atinge 250MHz (DDR500) um modelo 3000+ (multiplicador máximo 10x) pode ser suficiente para 2500 MHz. Acima disso não é fácil, depende muito da sorte.

Athlon64 3800+soquete 939: não há o que comentar. É caríssimo e não oferece tanta performance em overclock que justifique o investimento. É melhor optar pelos recém lançados modelos 3000+, 3200+ e 3500+ feitos em 90 nanômetros e tentar atingir os mesmos 2600 MHz em overclock.

Celeron D 320 (2400 MHz):a grande surpresa desse teste. É o processador mais barato entre todos os avaliados e em 3600 MHz oferece uma performance compatível ao Pentium 4 3.2 GHz original. Basta uma boa placa mãe 865PE e um par de memórias DDR400 de baixas latências para se divertir bastante. Não esqueça um bom cooler, pois o original da Intel não serve para essa freqüência. Pena que não possua HyperThreading.

Pentium 4 3.2 GHz:Ainda é muito forte e permite níveis de overclock muito bons, especialmente nos steppings mais novos. Há relatos de até 4 GHz com modelos do step D0 e E0 usando coolers a ar de boa qualidade e voltagem original. Ao contrário do que muito se comenta, ainda tem muita coisa para oferecer apesar da alta temperatura de trabalho.

Há conclusões secundárias importantes também, que vale a pena serem comentadas:

Memórias:Corsair, OCZ, GEIL e muitas outras que usam os chips Samsung TCCD merecem atenção. Será provavelmente sua última memória DDR antes das DDR2 e não é provável que surja algo melhor do que elas até lá. São ótimas em 400 MHz, suportam overclocks até 550 MHz (com relativa facilidade), quase não esquentam e são muito compatíveis com qualquer placa mãe. Vale comentar também que a Crucial Ballistix com chip Mícron -5G está fazendo muito sucesso lá fora, especialmente na plataforma Athlon64. Nossa recomendação é comprar um par de 512MB, e ficar com ela até trocar a placa mãe para DDR2.

Temperatura do Athlon64:O Athlon64 opera mais frio do que o Pentium4 e ainda tem o recurso do Cool and Quiet, que reduz ainda mais o consumo e a dissipação térmica. Mas é importante ressaltar que o Cool and Quiet afeta o desempenho de benchmarks sintéticos embora no uso diário isso seja imperceptível, e o mais importante: o Athlon64 é muito mais sensível ao aumento de voltagem do que foi o AthlonXP em sua época. Qualquer aumento, por menor que seja, torna o Athlon64 extremamente quente, atingindo valores perto de 70°c, e isso é extremamente crítico, pois o Prescott foi feito para operar até 74°c, e o Athlon64 não. Para quem vai fazer overclock em Athlon64 nossa recomendação é ter muito cuidado com o cooler!

Perto de 2.600 MHz o Athlon64 esquenta tanto quanto um Prescott 3.6 GHz e apresenta uma performance similar. O Athlon64 FX55 opera nessa freqüência e tem 1 MB de cache, quando o testamos em uma placa MSI não notamos tal aquecimento, mas o cooler era outro, bem mais sofisticado e com heatpipes.

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  • Memórias GEIL Ultra-X (2-2-2-5)-cedidas pela WAZ (representante oficial da marca no Brasil)-
  • Placas DFI-cedidas pela SmartData (representante da DFI) –
  • Placas ABIT-cedidas pela Max Informática (Representante da ABIT)-
  • Processador AthlonXP 2500+ “Móbile”-
  • Processador Prescott 3.2 GHz-
  • Demais processadores cedidos respectivamente pela AMD do Brasil e Intel do Brasil.

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