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De La Rua explica que o IG tomou medidas de proteção, como bloquear a página de Web que era enviada com código do Loveletter para impedir que o vírus se espalhasse e causasse maiores danos, além de colocar advertências no portal para avisar os usuários sobre o alto perigo do vírus. “O aumento de e-mails foi pequeno e não prejudicou nossos serviços”, afirma.
O executivo diz que a companhia trabalha sistemas de seguranças tradicionais, mas que ainda não oferece um software de proteção contra vírus para seus usuários. “Nosso próximo passo é disponibilizar um antivírus nas nossas páginas”, conclui.
O Loveletter vem sendo considerado o vírus mais destrutivo da Internet e, desde ontem, tem causado prejuízos a milhares de empresas em todo o mundo.
Redação
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Pamela Sousa
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