Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/includes/events/rdsm_plugin_uninstalled.php on line 12 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 14 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 15 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 16 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 17 Warning: Trying to access array offset on false in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/schema/includes/integrations/amp.php on line 29 Especial ERP II: linha do tempo IT Forum
All Rights ReservedView Non-AMP Version
IT Forum
  • Homepage
  • Plataformas
Notícias

Especial ERP II: linha do tempo

Quando falamos do mercado de sistemas de gestão, os chamados ERP´s (Enterprise Resource Planning), algumas dúvidas pairam no ar. O ERP chegou ao fim? Ainda é tempo de adquirir um ERP? Posso partir para o comércio eletrônico sem ter adquirido sistema integrado de gestão?
Como sempre, as respostas dependem de inúmeros fatores, que vão desde o país no qual estas perguntas estão sendo feitas, até o objetivo e o porte das empresas em questão.

Se analisarmos o ERP, sua origem, suas adaptações e suas tendências futuras, conseguiremos achar estas respostas, até com alguma facilidade.
Na década de 80, as empresas desenhavam seus sistemas para atender às necessidades das unidades de negócios, dividindo a informação em diversas “caixinhas”, fragmentadas pelos seus departamentos, e desenvolvidas internamente pelas áreas de informática.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

Nesta época, não era raro encontrar os famosos “gênios” desenvolvedores de sistemas, que desenhavam as soluções, mostravam aos usuários (que fingiam que entendiam), disponibilizavam o sistema, e se tornavam a pessoa mais importante da empresa. Se fossem embora, ninguém mais conseguiria extrair sequer um relatório gerencial daquele produto, que se dizia moderno, e seguia os mais rígidos padrões da análise estruturada.

Vantagem competitiva

O mercado foi então saturando-se das soluções caseiras e começaram a ganhar força, nas empresas manufatureiras, os pacotes prontos, inicialmente apenas para os processos de materiais, os MRPs (Material Resource Planning), que em seguida evoluíram e passaram a se chamar MRP II (Manufacturing Resource Planning), agrupando em um único sistema, funções de programação mestre de produção, cálculo de capacidades, controle de chão de fábrica, controle de compras e vendas.

Ainda com o objetivo de ampliar a abrangência de seus produtos, os fornecedores de soluções começaram a agregar ao produto novos módulos de gerenciamento, como finanças, controladoria, recursos humanos entre outros, dando origem então o ERP, sistema capaz de suportar todas as necessidades de informação das empresas, mesmo as não manufatureiras.

A conclusão que tiramos aqui é que, até então, o ERP se propõe a resolver problemas internos das empresas, eliminando sistemas legados e integrando todas as áreas, gerenciando melhor a informação e agilizando os processos. Certo? Podemos responder que, nos meados dos anos 90, sim.

As empresas viram nos ERP´s soluções para seu dia-a-dia que, embora caras, pagar-se-iam com o passar do tempo, eliminando os sistemas obsoletos, centralizando os recursos de processamento de transações e prometendo informações gerenciais precisas.

Mas só isto não bastava. Qual a efetiva vantagem competitiva? Melhorar os processos internos? E como conseguir o apoio dos usuários, visto que as aquisições eram sempre decisões top down, sem clareza aos funcionários, gerando implantações extremamente traumáticas.

Os fornecedores de soluções continuaram a trabalhar, aprimorando seus pacotes de gestão, procurando avançar no mercado, buscando soluções em novos horizontes que começavam a surgir. Afinal, qual o passo seguinte de quem acerta os processos internos, resolvendo e agilizando seu dia-a-dia? O relacionamento externo – o conhecimento de seus clientes, de seus fornecedores, a cadeia de suprimentos.

Além das fronteiras

Os ERPs começaram então a se integrar com o mundo externo, melhorando a sua estrutura e olhando não só para dentro da empresa mas, principalmente, para fora delas. A Web passa a ser fator preponderante na nova estruturação dos sistemas ERPs.

As fronteiras entre empresa, clientes e fornecedores, começaram a ser quebradas, e continuam até os dias de hoje, conforme estudos do Gartner Group, que já apontam para o chamado ERP II, o próximo capítulo do ERP.

Conceitualmente, o ERP II rompe definitivamente as fronteiras entre as empresas, enfatizando o c-commerce, ou comércio de parceria, onde a qualidade da informação dada aos parceiros de colaboração será de vital importância para o sucesso dos negócios. O comércio de parceria é definido como aquele que envolve interações de parceria comercial por meio eletrônico entre uma empresa, seus parceiros de negócios e seus clientes, todos envolvidos em uma comunidade de negócios.

Mais uma vez, esta segunda visão dos aplicativos de gestão empresarial, o ERP II, impele aos fornecedores de soluções, novas estruturações em seus produtos, modernizando a infra-estrutura básica. O ERP passou a fazer parte de uma solução global e, agora, as empresas olham para ele como sendo uma porta para uma evolução comercial, e não mais como uma resolução de problemas internos.

A compra de um sistema de gestão deve ser muito bem analisada, mas é inegável que hoje os ERPs efetivamente agregam valores às empresas, e por isso o número de aquisições vem aumentando a passos largos.

Os ERPs continuam com grande nicho de mercado em nosso país, e ainda são as soluções mais viáveis para quem quer partir, bem estruturado, para soluções e-business. Casos relatados mostram que empresas que buscavam soluções CRM acabaram adquirindo também o ERP, para ser a espinha dorsal do processo.

Resumindo: para aqueles que estão se decidindo pela aquisição de um pacote de gestão, mostramos que este mercado precisa adaptar-se rapidamente às novas tecnologias.

Defina seu orçamento e escolha, então, de preferência, um fornecedor de ERP com grande capacidade de investimento, com fôlego para acompanhar as mudanças tecnológicas e adequar seu produto.

Procure produtos realmente desenvolvidos na Internet, e não aqueles com adaptações para a Internet. Escolha produtos de fornecedores que invistam para lhe garantir customização próximo a zero, no release atual e nos próximos. E, por fim, estruturem suas empresas investindo no fator humano, capacitando seu time de funcionários e key-users, para extrair o máximo de seu sistema de gestão empresarial.

Não importa a sigla, ou os próximos nomes de batismo dos sistemas de gestão. O fato é que sua evolução tecnológica é constante, e as empresas que decidirem pelo produto certo, estarão um passo a frente da concorrência.

|Computerworld – Edição 335 – 24/01/2001|

Next Symantec anuncia o NAV 7.5 no mercado nacional »
Previous « Brasil é sede da Borland na América Latina
Leave a Comment
Share
Published by
Redação
25 anos ago

    Related Post

  • Novos executivos da semana: Uncover, Tech for Humans, Diebold Nixdorf, Unico e mais
  • Se o Brasil não organizar seus dados culturais, outro fará isso por nós, alerta Jorge Brivilati
  • CBYK nomeia Maurício Matsuda como novo CEO

Recent Posts

  • Notícias

83% dos CIOs já adiaram projetos estratégicos por restrições de orçamento

A pressão por controle de custos vem alterando a dinâmica das áreas de tecnologia nas…

1 semana ago
  • Estudos

Fintechs brasileiras captam US$ 2,77 bi em 2025 e entram em nova fase de maturidade

O mercado brasileiro de fintechs passou por uma transformação no perfil dos investimentos em 2025.…

1 semana ago
  • Notícias

Sioux aposta em IA e dados para nova fase de experiências digitais e expande atuação para a Europa

O avanço da inteligência artificial e o uso estratégico de dados vêm transformando a forma…

1 semana ago
  • Artigos

Qual é o risco do desenvolvimento de software com IA?

Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades…

1 semana ago
  • Notícias

Se o Brasil não organizar seus dados culturais, outro fará isso por nós, alerta Jorge Brivilati

Peça a um modelo de inteligência artificial que gere a imagem de uma cidade, sem…

1 semana ago
  • Notícias

Novos executivos da semana: Uncover, Tech for Humans, Diebold Nixdorf, Unico e mais

O IT Forum apresenta, semanalmente, os novos executivos e os principais anúncios de contratações, promoções e mudanças…

1 semana ago
All Rights ReservedView Non-AMP Version
  • L