HP reforça visão de DC definido por software

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HP reforça visão de DC definido por software

Você possivelmente já ouviu siglas do tipo SDx (de software defined X, que pode ser preenchido por ?rede? ou ?servidor? ou ?storage?). O conceito por traz dessas letras surge no horizonte da HP, que aproveitou o primeiro dia de seu Global Partner Conference 2013 para endereçar uma série de lançamentos e estratégias que reforçam sua visão de data Center definido por software. As outras duas frentes de ataque miram infraestrutura e nuvem convergentes.

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Stephen DeWitt, vice-presidente sênior corporativo de marketing observa lacunas abertas no momento em que o mercado passa por um processo intenso de transformação não apenas incremental. ?Experiências se tornam reais. Dados são pervasivos. É tudo sobre inovação?, avalia. O teor da discussão puxa a mensagem de infraestrutura convergente, conceito que toma como de sua autoria.

Na visão da companhia, somando oportunidades em servidores (37 bilhões de dólares), storage (18 bilhões) e serviços relacionados (113 bilhões) há uma montanha de quase 170 bilhões de dólares sobre a mesa. Nessa conta não entra, ainda, o que existe de potencial com a parte de rede ? especialmente wireless e ferramentas que orbitam ao conceito de consumerização. ?Pela perspectiva financeira, a indústria de TI é e continuará sendo imensa. Mas falamos sobre integração e melhores experiência com uso de tecnologia?, diz.

A ideia é que na medida em que emerge um novo modelo de compra e uso de tecnologia empresas buscam novas formas de lidar com tecnologia dentro de uma forma baseada em facilidade, simplicidade, gerenciamento, orquestração e integração puxada pelo fato de que o mundo de negócio e TI não tem mais separação. Nesse ambiente a empresa pretende posicionar seus produtos. ?É uma era pós-Angry Birds?, brinca DeWitt.

Em meio a massa de lançamentos endereçados ao conceito, a fabricante tenta reforçar o movimento de transformação pelo qual passa ao longo dos últimos tempos. A promessa versa sobre uma companhia mais simples para se fazer negócio em um contexto de transformação da indústria trazidos por conceitos altamente falados ultimamente: nuvem, big data, mobilidade e social.

Bill Veghte, COO da HP, defende que esses quatro fatores desencadearão um novo estilo de tecnologia que precisarão ser conectados a elementos do passado, leia-se legado. ?O objetivo é construir uma ponte ente o passado e o futuro e integração de plataformas bastante distintas?, acrescenta, dizendo, fazendo coro à convergência. ?Se antes as partes eram vistas separadamente, a HP quer uma abordagem de inovação onde esses pontos se encontram a partir de software definindo DC, cloud convergente e infraestrutura convergente?, complementa.

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