Habilidades de invasão do Anonymous são “rudimentares”

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Habilidades de invasão do Anonymous são “rudimentares”

Segundo alertas do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) enquanto os ataques do Anonymous podem parecer “rudimentares”, o grupo pode aumentar seus esforços para ajudar os colaboradores ao compartilhar a experiência do LulzSec.

Até agora o Anonymous não “demonstra qualquer capacidade para infligir danos críticos à infraestrutura, preferindo perseguir e constranger seus alvos” afirmou o DHS em um boletim lançado pela National Cybersecurity and Communications Integration Center (NCCIC).

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No entanto, alguns membros do grupo LulzSec – que se separou no final de junho – mostraram “níveis moderadamente elevados de habilidade e criatividade, evidenciado em ataques ao utilizarem combinações de métodos e técnicas para atingir várias redes”, de acordo com a DHS.

Diferentemente dos ataques dos Anonymous, os feitos pela LulzSec “resultaram em grande parte na liberação de documentos confidenciais e informações de identificação pessoal”, afirmou o DHS e pode potencialmente resultar em prejuízo para os seus alvos que incluem organizações governamentais e agências federais e estaduais.

O boletim foi publicado online na Public Intelligence, um site não governamental em que os documentos do governo são frequentemente publicados. Um funcionário da DHS confirmou que o boletim é autêntico e foi amplamente distribuído para parceiros federais, estaduais e do setor privado como parte de colaboração em andamento e uma “partilha de informação de informação de cibersegurança acionável”.

Os grupos de invasores atacaram as agências do governo e organizações afiliadas – incluindo contratados federais como Booz Allen Hamilton e IRC Federal – nos últimos meses. No entanto, não lançara muito material de consequência ou de natureza extremamente sensível.

A DHS espera que os ataques continuem, apesar de seguir com um “alcance limitado”. Ainda assim há uma chance de se tornarem mais sofisticados se os invasores unirem forças, o que significa que funcionários de aplicação da lei e outras autoridades devem monitorar esses grupos.

Após o final da LulzSec, alguns de seus membros lançaram a campanha “Operation Anti Security” – AntiSec – tendo como alvo governos ao redor do mundo, principalmente por razões motivadas politicamente.

Além de funcionários  para monitorar mais de perto a cibersegurança para invasores mais sofisticados, o boletim também identifica os próximos alvos potenciais de ataques, incluindo as agências e inteligência dos Estados Unidos e as organizações e empresas no setor crítico da infraestrutura.

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