Grupo Softplan lança Starian, marca especialista no setor privado

Lançamento ocorre após divisão de operações anunciada em dezembro de 2024. Meta é ultrapassar 20 mil clientes ainda em 2025

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Marcio Santana, CEO da Softplan, Ionan Fernandes, CEO da Starian
Marcio Santana, CEO da Softplan, e Ionan Fernandes, CEO da Starian. Foto: Divulgação

O catarinense Grupo Softplan anunciou recentemente o lançamento da Starian, marca que reúne as soluções dedicadas à construção, com o Ecossistema Sienge, além da Inteligência Legal, liderada pelo Projuris, e soluções de produtividade e eficiência, como o Checklist Fácil e o Runrun.it. A nova marca nasce com aproximadamente 54% da receita líquida do grupo todo e tem como principal público-alvo o setor privado.

São três segmentos de soluções: Justiça, Processos Digitais e Administrativos, e Infraestrutura e Obras. A divisão das operações foi anunciada em dezembro do ano passado e, com o lançamento da Starian, se consolida. A nova operação almeja ultrapassar 800 instituições públicas atendidas ainda em 2025, e a um universo de 20 mil clientes.

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“Estamos consolidando a estrutura por segmentos e evoluindo o portfólio, com inteligência artificial e dados no centro. Além disso, o foco está em aumento de ganho de performance e crescimento de receita, especialmente nos municípios, com uma plataforma integrada de soluções, e uma estratégia de internacionalização”, explica em comunicado Marcio Santana, que assume como CEO da Softplan.

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Ionan Fernandes passa a ser o CEO da Starian. Segundo ele, a marca nasce com operação de grande porte e potencial de crescimento. “… nosso foco é construir ecossistemas especialistas em cada uma das verticais em que atuamos, acelerados pela inteligência artificial…”, afirma.

Segundo a Softplan, a separação das duas áreas — público e privado — se deve às naturezas e demandas distintas de uma. As operações para o setor privado são oferecidas como SaaS, e exigem processos de venda ágeis, bases de clientes pulverizadas e modelo de negócio escalável, com faturamento recorrente.

No setor público, os níveis de serviço estão atrelados ao software. São contratos de longo prazo, que exigem alto grau de personalização, ciclos de venda extensos e grande preocupação com compliance e atendimento a legislações específicas, explica a empresa.

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