Do começo do ano até meados de agosto, o governo federal efetuou 1,9 mil pregões, atingindo um volume de R$ 500 milhões. A expectativa é somar R$ 1 bilhão em 2002. O número de fornecedores aumentou em 50% com a introdução da modalidade de pregão. Com isso, o processo tornou-se mais competitivo, permitindo o acesso de um número maior de pequenas e médias empresas às licitações.
Segundo o ministro, a novidade é a conversão da Medida Provisória que criou o pregão em Lei, o que estende a modalidade de compras a estados e municipíos. Dias defende que iniciativa trará um grande ganho para todos, por gerar redução de custos, simplicando o processo burocrático, além de diminuir o tempo de tramitação das compras e aumentar a transparência das licitações.
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