O Governo Federal economizou R$ 1,6 bilhão com o uso do pregão eletrônico entre janeiro a outubro de 2007. O valor corresponde a redução de 15% obtida na contratação de R$ 9,4 bilhões por meio dessa modalidade. A economia significa a diferença entre o preço máximo aceito pela Administração por cada produto ou serviço e o que efetivamente foi contratado após a disputa on-line entre os fornecedores.
A região que mais licitou foi a Centro-Oeste, seguida pela Sudeste, Norte, Nordeste e Sul.
Equipamentos e artigos para uso médico, dentário e veterinário (16,9%), equipamentos para processamento de dados (13,7%) e instrumentos e equipamentos de laboratório (7,8%) foram os materiais mais licitados por pregão eletrônico entre janeiro e outubro de 2007. Limpeza (19,1%), suporte (17,6%) e investigação e segurança (12,1%) foram os serviços mais contratados.
A participação do pregão eletrônico correspondeu a 71% do valor das licitações de bens e serviços comuns – aqueles com especificação amplamente reconhecida pelo mercado como instrumentos e equipamentos de laboratório, veículos, combustíveis, serviços de limpeza e de transporte – que totalizaram R$ 13,3 bilhões no período. Em número de processos de compras, foram 23.505 aquisições por meio dessa modalidade – 73,7% das compras.
Essa é a maior participação do pregão eletrônico registrada nos últimos cinco anos. No período de janeiro a outubro dos anos de 2002, 2003, 2004, 2005 e 2006, a modalidade representou 0,5%, 3,3%, 4,2%, 11,5% e 45,8%, respectivamente, do valor licitado.
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