A Classe Fusion
Por enquanto, no que toca a nomes comerciais, quase nada há sobre a nova classe, posto que só foram lançados dois modelos de chips. Tudo o que se sabe deriva dos confusos “nomes de código”. Portanto, é neles que teremos que apoiar nossa análise da árvore genealógica da família Fusion.
Para começar, todos os seus chips serão constituídos de apenas duas arquiteturas de núcleos de processadores escalares (ou x86) combinados entre si e com unidades de processamento vetorial. Estes núcleos receberam o nome de código de “Bobcat” e “Bulldozer”.
O primeiro, que equipa os dois modelos já lançados, é um núcleo de baixíssimo consumo de energia, altamente miniaturizado, extremamente flexível, constituído por uma única “linha de montagem” ou “pipeline” (ou seja, é “single threaded“) mas que pode ser facilmente combinado com outros núcleos escalares e/ou vetoriais na mesma pastilha de silício. Processadores equipados com um ou mais núcleos “Bobcat” serão destinados a computadores portáteis tipo “notebook“, “netbook” ou “tablet” com fator de forma ultra fino (“ultrathin“). A figura abaixo, obtida em uma apresentação da AMD, mostra as características do núcleo Bobcat.
[singlepic id=3079 w=320 h=240 float=]
Já o núcleo “Bulldozer” está destinado a equipar a artilharia pesada: destina-se a servidores e máquinas de mesa (“desktops“) de alto desempenho para entusiastas.
Também o Bulldozer é extremamente flexível e, à semelhança do irmão menor “Bobcat”, foi concebido para permitir que diversas unidades sejam combinadas na mesma pastilha de silício, juntamente com um processador vetorial, para formar UPAs. Mas as semelhanças param por aí. Porque, ao contrário do “Bobcat”, o “Bulldozer” é um núcleo poderosíssimo, multiescalar (veja, na figura abaixo, à direita, onde um único núcleo é mostrado com quatro “linhas de montagem”, ou “pipelines“) e a AMD prevê o lançamento futuro de UPAs com até 16 destes núcleos (nome de código “Interlagos”) para uso em servidores. Veja detalhes da arquitetura na figura abaixo.
[singlepic id=3080 w=320 h=240 float=]
O núcleo “Bobcat” será usado em três diferentes plataformas voltadas para portáteis e micros de mesa de médio desempenho, cujos nomes de código são “Brazos”, “Sabine” e “Lynx”. O “Bulldozer” será adotado em quatro plataformas, uma delas, a “Scorpius”, voltada para micros de mesa de alto desempenho dirigido a entusiastas. As demais, “Adelaide” (de menor consumo), “San Marino” e “Maranello” (de altíssimo desempenho), para servidores.
No momento, nos interessam apenas aquelas cujos chips já foram lançados ou o serão ainda este ano, a saber, Brazos, Lynx e Scorpius.
A Meta anunciou um investimento de US$ 115 milhões para criar um programa de capacitação…
A Apple utilizou a edição de 2026 da Worldwide Developers Conference (WWDC) para apresentar uma…
A OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de oferta pública inicial de ações (IPO)…
De programador e gestor de sistemas a conselheiro estratégico e líder da transformação digital, Cláudio…
A Microsoft anunciou na última sexta-feira que Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn, deixará o conselho…
O Sport Recife adotou sistemas de análise de dados para gerenciar a preparação física dos…