Forcepoint aposta no fator humano da segurança para crescer

À frente da nova fase da empresa na América Latina está o experiente Wagner Tadeu, que traz na bagagem conhecimento em cibersegurança

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Forcepoint aposta no fator humano da segurança para crescer
Forcepoint aposta no fator humano da segurança para crescer

Há cinco meses, Wagner Tadeu assumiu o posto de vice-presidente de Vendas da Forcepoint para a América Latina. Seu desafio? O de proteger os dados críticos de agências e empresas governamentais com base em uma abordagem diferenciada, que vai muito além do aspecto tecnológico. “Nossa visão é mirar o fator humano da segurança da informação”, revela.

Afinal, segundo ele, cada usuário tem um tipo de comportamento e as soluções de segurança da informação devem, por meio de aprendizado de máquina, identificar esses perfis e atuar para mitigar ou eliminar problemas.

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“Se em um determinado período, um colaborador usar de forma massiva o pen drive, esse pode ser um risco. Ou se ele acessar sistemas corporativos do outro lado do mundo, devemos identificar esse comportamento. É o fator humano no centro”, exemplifica.

Criada em 2016 e com sede em Austin, no Texas (EUA), a Forcepoint é uma startup em rápida evolução e que já conquistou o selo de unicórnio. Tem mais de 2,5 mil funcionários em todo o mundo e presença global – com mais de 50 escritórios em 43 países. Fruto da união da Websense, Raytheon Cyber Products e Stonesoft (Intel), conquistou grandes clientes nos mercados nacional e internacional, como o Departamento de Defesa do Governo da Austrália, a Copa Airlines, a IBM, o Banrisul e o Instituto FederaI de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP).

Segundo Tadeu, o portfólio da empresa é robusto e diferenciado, incluindo sistemas como Data Loss Prevention (DLP), User and Entity Behavior Analytics (UEBA), Cloud Access Security Broker (CASB), Web/Email Security e Next-Generation Firewall (NGFW).

Rumo à expansão

Tadeu conta que sua chegada mexeu com o status quo da empresa. Como parte da sua atuação, ele contratou um country manager para o Brasil e fortaleceu os times de pré-vendas e vendas. O quadro saltou 30% e ele projeta dobrar o número de colaboradores em 2019.

Toda a atuação do time agora é por verticais, o que facilita a forma de ir ao mercado, garantiu. “Com essas mudanças, a projeção é a de salto de dois dígitos no próximo ano”, adianta.

Com as apostas são altas na região, a ampliação do time mostra-se fundamental. Contudo, com um modelo 100% baseado no canal, a expectativa do executivo é de ampliar seu ecossistema, apostando forte na qualificação.

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