‘Fit’ comportamental já é considerado por 57% dos recrutadores, indica estudo

Levantamento da Pandapé coincide com lançamento de solução que usa neurociência e IA para prever comportamento de candidatos

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Três profissionais de TI colaborando em frente a vários monitores em um ambiente moderno de segurança cibernética. Uma mulher está em pé com um tablet explicando algo para dois colegas, enquanto um deles está sentado usando fones de ouvido ao redor do pescoço. O ambiente é de alta tecnologia, com luzes suaves e elementos de design contemporâneos (equipes de TI, empresas terceirizadas, cibersegurança, comportamento)
Imagem: Shutterstock

Uma pesquisa exclusiva realizada pelo Pandapé recentemente revela que 57% dos recrutadores já deixaram de contratar um candidato tecnicamente qualificado por falta do chamado “fit comportamental”, ou seja, qualidades esperadas dos profissionais para atuarem em determinada organização. Segundo os autores, isso demonstra que a falta de avaliação das chamadas “soft skills” pode impactar os resultados das empresas.

Além disso, dizem os autores, há uma lacuna nas expectativas das empresas: apenas 39% das entrevistadas afirmam mapear as competências comportamentais para cada cargo, enquanto 36% fazem isso de forma informal. Os demais 25% não consideram itens como inteligência emocional e adaptabilidade.

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O estudo do Pandapé foi divulgado junto com o lançamento de um novo produto da empresa, o Pandapé Genoma, que promete combinar neurociência e IA para melhorar a forma de recrutar e selecionar novos funcionários. A empresa diz que a solução tem foco em soft skills e competências comportamentais, e para isso se vale de “jogos cognitivos, testes de julgamento situacional e avaliações técnicas”.

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Segundo a empresa, o Pandapé Genoma permite mapear as características dos melhores colaboradores atuais e “replicá-las”. Por meio de jogos, os funcionários identificam variáveis comportamentais, cognitivas e culturais, e com isso a plataforma cria um modelo de desempenho preditivo.

“O Pandapé Genoma não apenas preenche uma lacuna no mercado, mas também redefine a forma como entendemos o comportamento no contexto de trabalho. Estamos permitindo que as empresas selecionem não apenas com base em habilidades técnicas, mas também no que realmente importa para o sucesso a longo prazo”, diz em comunicado Ana Paula Prado, CEO da Redarbor Brasil, dona do Pandapé.

A empresa diz que empresas de grande porte já usam a solução, incluindo Starbucks e Burger King no Chile. Ambas teriam alcançado taxa de conclusão de testes dos candidatos de 74%, e redução de 19 pontos na rotatividade, além de aumento de 7 pontos na conexão dos selecionados com a empresa.

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