Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/includes/events/rdsm_plugin_uninstalled.php on line 12 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 14 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 15 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 16 Deprecated: Calling get_class() without arguments is deprecated in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/integracao-rd-station/rdsm_assets_loader.php on line 17 Warning: Trying to access array offset on false in /var/www/vhosts/localhost/html/wp-content/plugins/schema/includes/integrations/amp.php on line 29
Rodrigo Dienstmann. Foto: Divulgação
O 5G chegou ao Brasil e muito tem se falado sobre suas funcionalidades e de como as operadoras irão aproveitar comercialmente as novas redes. Mas com a imensa demanda sobre as atuais redes, o conceito de “tamanho único” não é mais uma opção, e diferentes clientes precisam de desempenho e velocidades diferentes para atender requisitos distintos em seus aplicativos. Parte da solução está no fatiamento de redes, defende a Ericsson.
O fatiamento de redes é uma oportunidade para que as operadoras construam e gerenciem uma rede que atenda diferentes perfis, com uma infraestrutura compartilhada.
De acordo com Rodrigo Dienstmann, presidente da Ericsson Brasil, a médio e longo prazo serão necessários três pontos de adaptabilidade ao setor: uma grande cobertura de rede, a criação de um ecossistema onde novas aplicações de conectividade devem ser elaboradas, e a consciência das empresas em fazer parte dessa nova cadeia de valor.
Mas o que é o fatiamento de rede na prática? Ele consiste, basicamente, em pegar uma única rede física de ponta a ponta e dividi-la em fatias virtuais em um hardware compartilhado. Isso permite que diferentes usuários recebam recursos da rede de acordo com a sua necessidade específica.
Por exemplo, um perfil B2B e um perfil pessoal. Nesse tipo de plano seria disponibilizado duas fatias de rede simultâneas, onde o cliente pode transitar entre elas de acordo com as demandas do dia, ou seja, a rede corporativa enquanto trabalha e a pessoal para, por exemplo, assistir Netflix antes de dormir.
Leia também: 5G atinge 690 milhões de assinaturas em todo o mundo
Outra proposta de fatiamento é para interessados em jogos. A base sobre a qual o fatiamento de rede é construído permite que os serviços de jogos tenham o desempenho correto de ponta a ponta, ao contrário de 4G ou Wi-Fi. Neste modelo, o jogador regular também pode escolher qual fatiamento tem o melhor potencial para seu jogo.
Embora a maioria das empresas provedoras de serviços e comunicação estejam familiarizadas com os aspectos técnicos do fatiamento de rede e exista um apetite para introdução do conceito no mercado, ainda há um longo caminho a percorrer sobre como comercializar e monetizar a tecnologia.
No início, provavelmente veremos poucas fatias, mas à medida que a tecnologia e as experiências evoluírem, a expectativa é que o número só aumente, diz Dienstmann.
A pressão por controle de custos vem alterando a dinâmica das áreas de tecnologia nas…
O mercado brasileiro de fintechs passou por uma transformação no perfil dos investimentos em 2025.…
O avanço da inteligência artificial e o uso estratégico de dados vêm transformando a forma…
Por Ramon Ribeiro Quase metade do código produzido por assistentes de inteligência artificial contém vulnerabilidades…
Peça a um modelo de inteligência artificial que gere a imagem de uma cidade, sem…
O IT Forum apresenta, semanalmente, os novos executivos e os principais anúncios de contratações, promoções e mudanças…