Executivos brasileiros ainda confundem práticas de e-business

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Executivos brasileiros ainda confundem práticas de e-business

O estudo indica que, apesar de considerar a presença na Web como crítica, ainda é grande a confusão quanto aos conceitos que cerca os negócios virtuais. A consultoria identificou que a maior parte das empresas confunde estratégias de e-business com pequenas iniciativas isoladas na Web,que representam apenas um potencial limitado em relação às oportunidades que podem ser geradas.

Sergio Lozinsky, sócio diretor da PWC e líder de e-business para a América do Sul, avalia que para se ter uma estratégia definida nesse segmento é fundamental a transformação do modelo de negócios das empresa ou, até, de toda uma cadeia. O consultor reforça a necessidade de se estabelecer um processo dinâmico de atualização/execução dos negócios.

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Ao fazer um balanço do e-business no Brasil, em 2000, Lozinsky observa que é possível se destacar duas fases bem marcadas: até maio, as empresas se concentraram em planejar a presença na Web, buscando entender o impacto nos negócios e, após esse período, houve o crescimento exponencial das implementações propriamente ditas, especialmente e-procurement e portais de intermediação.

O especialista espera que 2001 represente um salto significativotanto em qualidade quanto na sofisticação dos projetos, citando como exemplo as atividades colaborativas via Internet.

Lozinsky acredita no amplo potencial de expansão desse mercado no Brasil, país que considera ter condições de integrar o ranking de “maiores usuários de e-business do mundo”.

Leia, abaixo, algumas das principais conclusões do estudo:

  • A grande maioria das empresas (quase 90%) ainda não percebeu reduções de custo em função da utilização do e-business;23% acham que os custos aumentaram;
  • Menos de 40% dos funcionários dessas empresas têm acesso à Internet;
  • Apenas 20% das empresas pesquisadas utilizam a Internet como ferramenta de treinamento para os funcionários;
  • Menos de 10% dos volumes de compras e vendas trafegam pela Web. A maior parte utiliza outros canais;
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