Entenda objetivos do grupo de hacker Anonymous no Brasil

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Entenda objetivos do grupo de hacker Anonymous no Brasil

Na investida mais recente e preanunciada, o braço brasileiro do Anonymous lançou ataques contra instituições financeiras no Brasil ao longo desta semana. Os bancos do Brasil, Itaú e Bradesco foram as primeiras vítimas dos hackers. Na quinta-feira (02/02) o alvo foi o HSBC. O grupo, formado por sete integrantes entre 20 e 35 anos, tem utilizado o Twitter (@AntiSecBrTeam) para anunciar os seus ataques, que devem seguir até sexta-feira (03/02) .

Em vídeo publicado na internet, os brasileiros ativistas afirmaram que os ataques realizados aos sites de instituições bancárias foram planejados com alguns meses de antecedência e não possuem objetivo de roubar informações ou explorar outras falhas de segurança.

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Toda a ação faz parte do movimento #OpWeeksPayment, que tem como meta alertar a população brasileira sobre as injustiças do País. De acordo com as informações veiculadas pelo grupo, o Anonymous foi formado no Brasil em 2011 após alguns ataques realizados com intuito de tentar acabar com a corrupção, a “podridão da política nacional” e com a desigualdade no país.

  • Recado: pelo Twitter, o grupo definido pelos integrantes como Anti-Security Brazilian Team deixa um recado paras as instituições fincanceiras que ainda não foram vítimas de seus ataques: “RECADO AOS GRANDES BANCOS: Não esquecemos de vocês n! Tem calma que é 1/dia e logo logo será a x de vocês =)”
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  • Falta de Segurança: os ataques iniciados no início desta semana comprovam o resultado do estudo realizado pela McAfee, que aponta que o Brasil está entre os países menos preparados para ataques cibernéticos em um ranking de 23 nações, ganhando apenas do México. O país teve nota 2,5, enquanto os mais bem colocados conquistaram nota 4,5. São eles: Israel, Finlândia e Suécia. Dividido por capítulos, o estudo cita na parte que remete ao Brasil que “a infraestrutura e tecnologia (de segurança cibernética) na América Latina e Caribe tende a estar desatualizada”. E ainda, o texto afirma que “até agora, a corrupção policial e a falta de legislação para combater crimes cibernéticos constituem o calcanhar de Aquiles do Brasil. Ciberataques contra usuários (de sites de bancos) estão acima da média mundial.”

 

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