No ano em que a crise econômica mundial praticamente está
sendo olhada (com cautela) pelo retrovisor, as empresas aprenderam a ser mais
seletivas com relação aos gastos com tecnologia da informação, escolhendo de forma
mais qualificada em que aplicar o budget.
Como consequência, observa-se uma maior preocupação com a estruturação
e os processos da área, a fim de conferir mais disciplina. “Não é mais possível
que o usuário que grita mais leva o maior investimento”, pontuou o diretor da
área de tecnologia da Accenture, Ricardo Chisman, durante encontro com a
imprensa nesta terça-feira (7/12).
Perguntado sobre tecnologias que mais marcaram 2010, o executivo
afirmou que realizou diversos projetos na linha de planejamento de TI, mas que em
termos de adoção de TI não se lembrava de algo em específico que se sobressaiu.
“Vimos de tudo. As companhias mais deram ênfase para as tecnologias que dão
retorno e ganho de eficiência.”
Com relação ao orçamento, Miguel Zweig, executivo-sênior da Accenture,
afirmou que o projetado para 2010 foi maior em comparação com 2009 e ressaltou que,
ao decorrer do ano, as revisões do budget
conferiram um aumento no valor. “O
orçamento foi crescendo no decorrer do ano. Para 2011, tudo indica que a verba
inicial tende a ser maior”, prevê Zweig.
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