Além disso, em seis de cada dez delas não existe o cargo de diretor de segurança, nem um departamento dedicado a isso, embora 82% afirmem que suas organizações mantêm uma política de segurança já estabelecida e em mais de 40% existam programas de educação dos usuários.
Outro ponto destacado é que a maioria das corporações (54%) consideram vírus e códigos maliciosos as principais causas de seus problemas. Enquanto vulnerabilidade de hardware e software aparecem em seguida, com 32% das respostas, e ataques causados por funcionários na terceira posição(30%).
Entre as tecnologias de proteção mais usadas a pesquisa aponta para as ferramentas de antivírus na liderança, estando presentes em 98% das empresas. Já os firewalls são adotados por 64% delas. Os filtros de conteúdo Web merecem destaque, por aparecer em 50% das organizações, juntamente com sistemas de análises de vulnerabilidade (29%), anti-spam (29%) e IDS (detecção de intrusos) (21%).
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