“O B-4 faz parte do nosso plano de ter uma infra-estrutura bem montada de telecomunicações”, afirma Romeu Grandinetti Filho, diretor de vendas corporativas. “Esse satélite é importante para as regiões do Brasil onde a fibra óptica não chega”, reforça. O próximo investimento da empresa será feito em satélites da banda Ku, que atua em freqüência três a quatro vezes maior que a banda C.
Grandinetti Filho diz que a operadora está investindo fortemente na ampliação do backbone na América do Sul com a intenção de ter 1,2 Gbps de capacidade em janeiro de 2001. Agora em agosto, a Embratel coloca em operação o cabo de fibra óptica Americas II para interligar o Brasil aos Estados Unidos, pelo consórcio de diversas operadoras de telecom do qual a Embratel tem 30%. “Ele vai beneficiar, principalmente, as empresas que se queixam da qualidade de comunicação com o exterior”, assegura.
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