Einstein usa realidade aumentada para tranquilizar crianças em tomografias

Projeto foi desenvolvido pela área de Inovação do Einstein em parceria com a Epson

Publicado:

Leitura 2 minutos

einstein realidade aumentada — Foto: Imagem: Divulgação

Crianças que precisarem passar por um exame de tomografia computadorizada no Hospital Israelita Albert Einstein agora terão à disposição um jogo interativo que une inteligência artificial e realidade aumentada para projetar personagens, gráficos ou imagens no mundo real. O projeto desenvolvido pela área de inovação do hospital em parceria com a Epson vê no recurso uma forma de tranquilizar as crianças.

Além de entreter, o game de psicoeducação informa a criança desde o momento de sua preparação para o exame até o final do procedimento. A experiência começa no vestiário, quando a criança conhece, por meio de um tablet, uma enfermeira-robô. É ela quem pedirá ao paciente que cumpra alguns desafios até ele chegar na sala de exame.

As melhores notícias de tecnologia B2B
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada

Na sala onde está o aparelho, imagens dos personagens são projetadas no tomógrafo e no teto. O paciente continua interagindo com o robô e seus ajudantes durante todo o procedimento, a fim de acalmar a criança e de fazê-la passar pelo aparelho de maneira tranquila.

Por meio de um aplicativo instalado no computador do tomógrafo, os biomédicos direcionam a interação dos robôs com as crianças. Conforme o caso, o profissional irá decidir se o paciente vai assistir uma história mais lúdica, no caso de crianças menores, ou se será informado sobre a administração de alguma substância, por exemplo.

“Embora seja um exame rápido, é sempre um desafio manter as crianças paradas dentro do equipamento, para que não seja necessário repetir o procedimento. A tecnologia, que usa IA e realidade aumentada e foi desenvolvida pela área de Inovação do Einstein em parceria com a Epson, permitirá reduzir o tempo de exposição à radiação, por meio de um processo de psicoeducação”, afirma Rodrigo Demarch, diretor-executivo de Inovação do Einstein.

Segundo o Einstein, a tecnologia ajuda a evitar o uso de sedativos e permite a realização do exame com menor tempo de duração, o que torna o processo menos invasivo e mais seguro.

Notícias relacionadas

Ver mais Seta para direita