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Economia compartilhada gerará US$ 335 bilhões até 2025

Até pouco tempo, muitos serviços que hoje temos disponíveis não estavam, de fato, em funcionamento. Pelo menos não no Brasil. A verdade é que eles se mostraram facilitadores, já que você não precisa nem mesmo ter um guarda-chuva próprio em um dia chuvoso.

Desde objetos como o próprio guarda-chuva até os apps de carona e aluguel de apartamentos, a economia compartilhada tem ganhado impulso. A estimativa da PwC (Price Water House Coopers) é de que, até 2025, US$ 335 bilhões sejam gerados em receita com a economia compartilhada e serviços on-demand.

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Os destaques nos dados da consultoria ficam para serviços que atuam nos setores de hospedagem, compartilhamento de veículos, transações financeiras peer-to-peer, plataformas de streaming de música e vídeo.

Serviços do tipo têm muita coisa em comum, mas fica em evidência a economia de tempo e dinheiro, além da facilidade em usufruir produtos e serviços que não necessariamente precisam ser próprios. Sejam eles carros, apartamentos, aluguéis de helicópteros e até mesmo produtos eletrônicos importados.

Já nos dias de hoje, tais serviços se consolidaram no mercado. Não somente pelos avanços tecnológicos ou financeiros, mas também por uma mudança de hábito de consumo.

Confira a seguir cinco empresas que apostaram em serviços de economia compartilhada.

Um apê novo no final de semana

O Airbnb, fundado em 2008, é um serviço para pessoas anunciarem, descobrirem e reservarem acomodações e hospedagens. Tenha você uma viagem agendada ou queira passar o final de semana em algum lugar tranquilo e diferente, ele se torna um facilitador.

Inicialmente, o site oferecia aluguéis de quartos em acomodações, mas então passou a oferecer aluguéis de apartamentos inteiros.

Ou então um veículo novo…

Aluguéis de veículos não são uma grande novidade, embora o modelo de negócio tenha sido reformulado nos últimos anos. Um estudo do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), por exemplo, indica que há atualmente no país 41,2 milhões de automóveis.

A Moobie surge como uma ferramenta de aluguel de carros de pessoas para pessoas, com a missão de colaborar para melhorias na mobilidade urbana. Toda a transação é feita de maneira desburocratizada e segura. Atualmente, existem 250 mil usuários cadastrados na startup, que atua em mais de 100 cidades brasileiras.

Sem vestidos de festa?

Sem problemas, também. O aplicativo My Open Closet é ideia da empresária Lorena Barreto e permite a mulheres se conectarem com outras mulheres que tenham vestidos para ocasiões especiais. Como nem todo mundo quer comprar, de fato, um vestido de casamento, formatura e afins, ter um serviço de aluguel de prontidão é bem eficaz.

Ele aposta diretamente na economia colaborativa, tendo em vista que as anunciantes entram de forma direta e intuitiva em contato com as consumidoras.

O “amigo que vem de fora”

Criada em 2015, a startup Grabr conecta viajantes e compradores de modo rápido. De um lado, um viajante disposto a monetizar de alguma forma sua viagem; do outro, um comprador interessado em adquirir um produto de outro país. Sabe aquele seu amigo que está viajando e você aproveita para ele trazer algo? É nessa mesma linha.

A grande diferença, porém, é que o Grabr permite que os viajantes também tenham uma margem de lucro. Vindo do exterior, com espaço vago na mala, ele pode aceitar pedidos de produtos de compradores e entregá-los, por exemplo, nos aeroportos. Todo o valor da negociação é feito dentro do app ou site.

“Vou aqui do lado”

Você “chama um carro” ou “chama um Uber“? O serviço de caronas se tornou bastante popular no Brasil desde sua chegada. Hoje, o país corresponde ao segundo maior do mundo neste mercado para a empresa. São cerca de 600 mil motoristas cadastrados e faturamento de R$ 3,7 bilhões.

Não por menos, muita gente opta por fazer uma corrida pela Uber do que, de fato, tirar o carro da garagem.

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Published by
Wellington Arruda
Tags: airbnbaplicativoseconomia compartilhadaGrabrMoobieMy Open Closetuber
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