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Mas os números ainda têm pequena representatividade nos negócios globais das empresas. Segundo os dados, cerca de 0,43% é business-to-business e em torno de 0,16%, business-to-consumer. Mas o volume é crescente. Em 1999, esses valores eram de 0,17% e 0,04%, respectivamente.
As tecnologias de integração interna e externa, com fornecedores e clientes começam a ser mais utilizadas, de acordo com a FGV. Quase 20% das companhias usam CRM (Customer Relationship Management), 11% adtaram o SCM (Supplay Chain Management), cerca de 35% têm extranet e mais de 75% usam a Internet.
“Isso mostra que poucas empresas estão fazendo um alto nível de comércio eletrônico. A maioria está se preparando para o negócio, mas isso não significa que dará certo”, diz Alterto Luiz Albertin, coordenador da pesquisa.
De acordo com o estudo, as empresas estão investindo cerca de 0,5% da sua receita líquida no comércio eletrônico. As formas mais utilizadas são ainda o correio eletrônico (atingindo quase 100%) e a home page. O atendimento ao cliente e as informações de produtos e serviços são os processos que detêm mais atenção dos negociantes.
Uma curiosidade em relaçao a 1999 é que os executivos apontavam os aspectos legais em segundo lugar de importância para a realicação do comércio eletrônico. Em 2000, este fator caiu para a sexta posição. “No ano anterior, as empresas ficaram esperando e brigando pelas legalizações. Como isso não aconteceu, elas resolveram fazer o comércio eletrônico apenas tomando cuidado para não inflingir certas normas”, explica Albertin.
Redação
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Pamela Sousa
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