A Oi encerrou o segundo trimestre de 2016 com prejuízo líquido de R$ 656 milhões. O quadro não parece muito favorável para a operadora, se comparado com o mesmo período no ano passado quando a empresa teve lucro consolidado de R$ 671 milhões, mas as perdas foram menores, se comparado ao prejuízo de R$ 1,64 bilhão do mesmo período no ano anterior.
A dívida líquida da empresa aumentou R$ 41,38 bilhões – valor um pouco acima dos R$ 40,84 bilhões do primeiro trimestre do ano. De acordo com a companhia, esse aumento se deve ao pagamento da última parcela da licença 3G, rescisões trabalhistas, além de investimento em capital de giro e pagamento de depósitos judiciais.
A receita líquida da operadora responde por R$ 6,5 bilhões, valor 3,8 menor em comparação com o mesmo período no ano anterior. No semestre, a queda acumulou em 18%, ou R$ 3,2 bilhões. A empresa informou que continuará com planos para controlar e diminuir o endividamento.
Resultados
A receita relativa à banda larga da empresa apresentou números positivos, com crescimento de 5,4%. O montante relativo à televisão paga também registrou aumento, alcançando 21,3% da base.
Outros segmentos que apresentaram queda foram: serviços, com diminuição de 3,6%, ou R$ 6,26 bilhões; residencial (com queda de 2%, ou R$ 2,41 bilhões), corporativo (com 4,6% a menos, ou R$ 1,91 bilhão) e mobilidade pessoal (3,7% menor ou R$ 1,88 bilhão).
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