A Dell anunciou nesta quinta-feira (12/11) a expansão do fundo de investimento para startups do seu braço de capital de risco, Dell Ventures. Agora, há US$ 300 milhões para investimento em inovação estratégica em startups e empresas em crescimento nas áreas de armazenamento, cloud computing, big data, datacenters de última geração, segurança e mobilidade. Podem buscar aporte companhias em estágio inicial de desenvolvimento em todo o mundo, inclusive do Brasil.
O Fundo Estratégico de Inovação (Strategic Innovation Venture Fund) é o segundo maior fundo de investimento da norte-americana, à frente do Dell Fuild Data Storage Fund, anunciado no ano passado. A iniciativa deste ano é balizada pela evolução do ambiente global de negócios, com desafios em áreas da computação além do armazenamento.
A Dell Ventures segue o modelo de investimento em conjunto com os VCs e outros investidores estratégicos, atuando como conselheira e disponibilizando a ampla gama de recursos Dell em prol da empresa de portfólio de investimentos. Esses recursos incluem consultoria técnica e empresarial, bem como acesso a toda a escala da marca, soluções OEM, canais e relacionamentos para o lançamento de produtos.
“Como uma empresa que tem como marca o espírito empreendedor, a Dell entende a força que o empreendedorismo tem sobre a inovação”, afirma Jim Lussier, diretor geral da Dell Ventures. O executivo destacou o resultado positivo em relação ao fundo de investimento em storage, bem como fluxo de capital e identificação de empresas que colaborarão com tecnologias para o crescimento da Dell. “Esse aumento substancial no fundo da Dell Ventures nos permitirá expandir o alcance de nossa tecnologia, além de aumentar o capital e levar toda a força da Dell para um número ainda maior de start-ups e empreendedores”, complementa.
De acordo com a companhia,e 2013, mais de 17% de todos os acordos de capital de risco envolveram pelo menos um VC corporativo e a porcentagem de dólares que esses VCs investiram nesses acordos dobrou em relação aos níveis de 2009. “Se as tendências atuais continuarem, 2013 poderá ser o primeiro ano ‘fora da bolha’ desde 1995, em que os grupos corporativos responderam por mais dos 10% estimados do total de investimento de risco”, projeta o presidente da National Venture Capital Association, Bobby Franklin. A associação trabalha no mercado de investimentos de risco nos Estados Unidos.
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