O CPqD recolhei 5,5 toneladas de lixo eletrônico em 2011. Na última coleta, encerrada na sexta-feira (25/11), foram recolhidos mais de mil quilos de equipamentos – como computadores, impressoras, monitores, DVD-players, celulares, entre outros.
“É um volume quase três vezes maior do que o previsto quando começamos a campanha, em abril”, diz Amauri Zini, gerente de Engenharia e Serviços do CPqD, em nota oficial. A previsão inicial era recolher duas toneladas de lixo eletrônico, em quatro coletas no ano – nos meses de abril, junho, setembro e novembro. Nessas datas, um contêiner foi colocado nas instalações do CPqD, por três dias, para receber os equipamentos.
O objetivo era dar destinação adequada a esse lixo eletrônico, evitando seu descarte em aterros sanitários comuns, onde pode levar centenas de anos para se decompor. Para isso, o CPqD firmou parceria com a Oxil, empresa que realiza manufatura reversa e destinação de resíduos, que recebeu todo o lixo eletrônico recolhido durante a operação. No processo de manufatura reversa, esses equipamentos são desmontados e têm seus componentes separados, alguns deles para eventual reaproveitamento.
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