E esta situação não deve mudar, a não ser que os novos sites comecem a oferecer atrações convincentes e inovadoras que os diferenciem das redes gratuitas. A opinião é compartilhada tanto por analistas como pelos próprios consumidores.
Sean Withrow, amante de música e executivo do Vale do Silício, afirma que pensaria em usar um serviço pago, se este pudesse melhorar sua experiência de compra e oferecer mais que o WinMX, site em que ele gasta cerca de duas horas por semana procurando e baixando música de graça.
Nenhum dos principais sites pagos, como Listen.com, pressplay, MusicNet e FullAudio, tem feito muito para empregar tecnologias eficientes e aperfeiçoar a experiência do usuário de descobrir e adquirir música. Ao contrário, oferecem downloads limitados.
Analistas estimam que menos de 100 mil pessoas já compraram arquivo de música pela Internet. As grandes gravadoras não querem publicar resultados, alegando que é muito cedo para começar a medir o sucesso de suas iniciativas. As companhias da indústria musical afirmam que ainda estão em fase experimental com seus sites, estudando esquemas de pagamento e negociando taxas de diretos autorais com centenas de artistas, marcas e editores.
A logística de desenvolver sites pagos é realmente enorme, especialmente se comparada à simplicidade dos serviços gratuitos. Enteados do Napster, os serviços gratuitos contam com as chamadas redes peer-to-peer, que permitem aos usuários trocar música em seus hard drives pessoais.
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