Binyamin Schwartz, 28 anos, foi condenado nesta semana, nos Estados Unidos, a cinco anos de prisão sob a acusação de roubo de identidade e fraude de dispositivo de acesso. Schwartz teria vendido informações como nomes, endereços, números de previdência social e datas de nascimento de aproximadamente 70 clientes para um agente do serviço secreto.
De acordo com um relatório da Procuradoria do Governo dos Estados Unidos, Schwartz admitiu aos investigadores da polícia americana que roubou números de previdência social. O consultor relacionou a informação das duas bases de dados, dentro da Sentry Wisconsin e da companhia de seguros, quando trabalhava para ambas as empresas, desenvolvendo, assim, um sofware de negócios.
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