A rápida
evolução do papel do Chief Data Officer (CDO), que saltou de 400 em 2014 para 1 mil em 2015, levanta questões importantes sobre a estrutura e o posicionamento desse talento nas organizações. Segundo o Gartner, existem quatro princípios de design organizacionais que
CDOs devem aplicar ao projetar seus papéis para obterem sucesso na função.
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Mario Faria, vice-presidente de pesquisas do Gartner, observa que a maioria dos CDOs é novo no papel e geralmente tem pouca experiência com o gerenciamento de grandes equipes e construção do desenho da área. “O desenho organizacional do CDO é sobre pessoas“, sintetiza Faria.
Para ajudar líderes organizacionais e CDOs a entender necessidades da organização e melhor estruturar os times, o instituto de pesquisas listou quatro possibilidades para o CDO:
1. CDO como quarto motor
O escritório de entrega dos CDO está focado nas necessidades dos usuários internos. Dessa forma, é preciso monitorar qualquer evolução no mercado de dados e agregar conhecimentos no uso dos ativos de dados, gerenciamento de informações e análises.
2. Todo mundo é um CDO
Nesse perfil, o CDO também se concentra nas necessidades dos usuários internos. Contudo, há forte
impulso para ativos de dados serem usados de forma agressiva por líderes empresariais e contribuintes individuais para romper perímetros tradicionais de negócios e conduzir a transformação e os
novos modelos de negócios digitais em toda a organização.
3. CDO como provedor de serviços de negócios
Aqui, a área do CDO entrega serviços de dados operacionais que são usados por usuários internos e externos. As atividades são expandidas e integradas em uma organização de serviços compartilhados que é executada como serviço.
4. CDO é o negócio
A informação é uma das ofertas externas explícitas da organização ou é inseparável da linha de produtos. O CDO fornece serviços de dados internos e externos que impulsionam a transformação do negócio e a diferenciação.