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“Queremos saber como o vírus pode se espalhar tão rapidamente e o que pode ser feito para evitar estragos como o do Loveletter”, comenta o coordenador do comitê de ciência do governo, Jeff Lungren.
A proposta inicial é discutir uma campanha educativa para que os usuários fiquem atentos a e-mails vindos de origem desconhecida. “Oataque tomou essas proporções catastróficas porque as pessoas abrem mensagens indevidamente”, considera.
O Loveletter foi descolberto na quinta-feira e, desde então, vem gerando danos a mais de 10 mil companhias. Na segunda-feira, a polícia filipina deteve um suspeito de envolvimento na autoria do vírus mas, por falta de provas, foi forçada a soltá-lo.
Redação
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Pamela Sousa
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