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Com Senior, InBetta aprimora segurança patrimonial e impacta negócio

Visão área da planta fabris de Esteio (RS) da InBetta. (Foto: Divulgação)

A InBetta é um holding com sede em Esteio (RS). Reúne marcas como Bettanin, Atlas, Sanremo, Ordene, SuperPro, Lanossi e Bettech, que fabricam produtos de limpeza, higiene, organização, conservação, entre outros. Entre 2013 e 2017, a empresa utilizou um software para a gestão de segurança patrimonial que tinha uma limitação: não permitia integrações com equipamentos utilizados como pela própria empresa.

“Esse ponto acabava sendo um risco para o negócio. Nos limitava muito em questão de gestão, controle e performance”, explica Wiliam Faria, coordenador de segurança patrimonial da InBetta.

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Entre 2017 e 2018 a empresa fez um levantamento de necessidades. Foi quando descobriu que precisava de um software que pudesse oferecer melhores níveis de gestão, controle, supervisão, indicadores e relatórios. Por meio de um RFI [do inglês Request For Information, é um pedido público de informações para fabricantes] com mais de 245 pré-requisitos, optou por uma solução da Senior Sistemas, a Ronda.

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Com o novo software, a empresa passou a controlar todas as permissões de acesso de acordo com setor, cargo, faixa, horário e local. Também inseriu mecanismos de identificação para visitantes comerciais, prestadores de serviço e equipes de carga e descarga.

“Trabalhamos além da leitura de crachás. Conseguimos ler a quantidade de produtividade, acessos, dados de período e volume de trânsito de pessoas”, explica Faria.

Hoje a InBetta tem o controle de 48 equipamentos de acesso e segurança, entre catracas, torniquetes, leitores de porta, e 2.930 profissionais com perfis de acesso de acordo com local e cargos. A média de acessos a empresa é de 1.653 profissionais por dia. São seis portarias com controles específicos, além dos 11.368 acessos de terceiros.

Tamanho do desafio

As plantas fabris da InBetta são responsáveis pela produção de 4.500 produtos diferentes. São cerca de 50 milhões de unidades por mês, comercializados no Brasil e exportados para mais de 50 países. São mais de 2.900 profissionais trabalhando em toda a empresa. Isso significa um grande desafio em termos de segurança física.

Com a nova solução, o controle do acesso nos refeitórios passou a ser feito de forma mais controlada, que foi inclusive reforçado durante o período de pandemia. A InBetta agora consegue gerar relatórios de forma automática para controlar melhor o abastecimento e o consumo no refeitório.

Já centros fabris da InBetta, que ficam tanto em Esteio como em Sandene (PE), a empresa usa o Ronda para controle de acesso de funcionários que chegam às estruturas de diferentes formas – seja usando fretados ou veículos próprios. Há ainda o acesso de visitantes e prestadores de serviços.

A gestão tem sido útil principalmente para conferência e atualização de documentos, que normalmente tomava muito tempo das portarias. No caso das empresas contratadas, as companhias recebem alertas para que possam atualizar os documentos dos colaboradores a cada 15 dias.

“Precisamos ver a segurança patrimonial e controle de acesso como uma prevenção de riscos para a segurança do negócio como um todo”, explica o coordenador da InBetta. “A falta de uma gestão de controle eficiente pode trazer danos para a empresa como, por exemplo: questões trabalhistas, no caso de acessos de pessoas que estão afastadas. Este controle contribui também com a gestão de perdas, controle de estoque e de quem acessa a essas áreas, tempo de permanência etc.”

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Published by
Marcelo Gimenes Vieira
Tags: InBettasegurança patrimonialSenior SistemasWiliam Faria
5 anos ago

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