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A tecnologia LTE (Long Term Evolution) parece até o momento ser o caminho natural de evolução da terceira geração celular (3G). Esta é a visão da Claro, que divide com a Vivo, Oi e TIM o mercado brasileiro de 150 milhões de clientes.
A companhia de capital mexicano e subsidiária do grupo América Móvil, presente em toda a América Latina, leva em consideração o fato de o LTE, em comparação à alternativa Wimax, indicar que possui perspectiva maior de escala desde o seu desenvolvimento.
Atualmente a terceira geração (3G) está em implantação no País inteiro e à disposição nos grandes centros. A diferença do LTE está na velocidade de tráfego de dados, que quadruplica em relação à 3G.
“Já se debateu no passado a possibilidade de escolha do Wimax no lugar do LTE para a evolução tecnológica da telefonia celular, mas a escala industrial está com o LTE”, disse o gerente de planejamento corporativo da Claro, Christian Weckert.
Dividindo o espectro
Para que todas as companhias possam desenhar a sua rota de evolução, a Claro defende que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) promova uma repartição equilibrada das duas faixas de espectro de radiofrequência – 2,5 Ghz e 3,5 Ghz – ambas em vias de definição regulatória entre os quatro grupos interessados: operadoras celulares e TV paga, concessionárias fixas e autorizadas e empresas menores.
“A Claro acredita que o ideal seria planejar em conjunto e dividir a faixa de 2,5GHz, que possui 190 MHz, em 20 MHz para cada uma das quatro operadoras celulares colocarem LTE. O restante iria para o Wimax das concessionárias fixas, como Embratel, Intelig, TIM e pequenas autorizatárias”, disse Weckert referindo-se a 100 MHz.
Enquanto isso, segundo Weckert, a faixa de 3,5 GHz, que tem 200 MHz, ficaria dedicada às operadoras de TV paga (MMDS), às fixas e às autorizatárias.
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